As respostas que a pandemia nos trouxe

Sem Rumo? Que tal se desafiar a encontrar as respostas para a felicidade no Novo Normal

Por que o mundo parou? Por que pessoas morreram? Por que empregos foram perdidos? Por que a economia está desse jeito?

Acredito que essas perguntas pairaram sobre a mente de todos! Não teve ninguém que não se perguntou porque aconteceu tudo isso conosco.

Durante a pandemia, houve muito debate científico, político, ideológico. Muitos pararam para pensar na distância dos amigos e familiares, outros brigaram com amigos, esposas e filhos.

Até hoje, buscamos uma resposta para a ação do coronavírus e respostas existenciais para tudo isso.

Mas, além de se perguntar, você realmente fez algo de diferente? Você buscou reconciliação, tentou viver para o que mais faz sentido para você, buscou mais alegria ou continuou correndo atrás da máquina, como se você fosse o responsável por tudo o que aconteceu na sua vida e no mundo?

À medida que amadurecemos, temos a tendência de ficarmos mais racionais. Um pouco é pelo medo de não cometermos os mesmos erros do passado, mas nos esquecemos que esses deslizes nos fizeram ser quem somos hoje. Então criamos um coração de pedra, focamos todas as decisões no que podemos explicar e não no que podemos sentir, no que realmente nos faz felizes.

Acredite, a resposta para essa pergunta leva uma vida inteira para ser respondida, mas vale a provocação. Nos últimos dias, tenho percebido que a ansiedade e angústia podem ser aliviadas por momentos emocionais mais impulsivos. Como surpreender a família com um simples passeio, um filme em casa ou uma brincadeira com as crianças fora do habitual.

Com certeza, é preciso ousadia para tomarmos essa iniciativa porque precisamos quebrar nosso paradigma. É preciso entender que não somos culpados por tudo que está acontecendo e podemos ser felizes no meio da tempestade.

Lembre-se: felicidade é um estado de espírito e não um momento de conquista ou de perda.

O que perdemos, já foi, não se recupera mais. Mas o que vamos fazer a partir de agora? Continuar vivendo como sempre ou sermos mais felizes. Vamos continuar valorizando o individualismo, o dinheiro, o status, ou vamos buscar relações mais sadias, mais alegres...

Eu aproveito para convidar você a entrar num desafio comigo: viva mais, ame mais, perdoe mais e seja feliz! O resto é resto, pode crer.

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